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    cafofo de cara nova

    Cafofo está de cara nova

    - by Clarisse Braga

    Nosso Cafofo passou por uma repaginada para começar 2021 de cara nova

    Desde a sua criação, em 2018, o Cafofo se colocou como missão a orientação e o auxílios aos franco-brasileiros que vivem em Montpellier. Com isso, uma grande rede de cooperação e colaboração foi costurada em volta da comunidade através de atividades sócio-educacionais e culturais.

    É certo que agora, 2 anos depois, o Cafofo se expandiu e adicinou novos cômodos à esta casa onde todo mundo é bem-vindo. Como parte da evolução da associação, Cafofo precisa passar por mudanças e dar adeus à tesoureira Daniela Duna e à presidente Clarisse Braga.

    Para a formação deste novo bureau 2.0, Cafofo dá as boas-vindas à tesoureira Marina Hohl e à presidente Caroline Vabret – as francesas mais brasileiras desta Montpellier.

    Para alinhar esta colaboração, Carollina Ribeiro continuará na sua função exercendo o seu excelente trabalho de secretária da associação assim como o vice-presidente Roberto Bandeira de Mello

    Além disso, Cafofo aderiu à Yeobi – uma federação de associações de estrangeiros de Montpellier que visa acompanhar, valorisar e desenvolver as ações de cada associação.

    Desta maneira, esse Cafofo vai virar Mansão!

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    Carnaval de 2 anos do Cafofo

    Carnaval de 2 anos do Cafofo

    - by Clarisse Braga

    A comemoração dos 2 anos do Cafofo aconteceu em clima de carnaval no dias 21 e 22 de fevereiro

    Fruto do trabalho duro e da construção coletiva, a primeira associação franco-brasileira de Montpellier celebrou suas conquistas em dois dias de festa de carnaval.

    Com uma programação rica em cultura, o evento iniciou o primeiro dia com a exibição do documentário “Aliança dos povos da floresta“, da mídia NINJA, e com conferência “Amazônia: Povos indígenas e desenvolvimento sustentável” com o antropólogo e indigenista Alexandre Goulart.

    Depois, foi a vez do grupo francês Giralua animar a festa com muita música brasileira, seguido do DJ Al3ph que botou fogo na pista com o bom e velho funk carioca.

    No dia seguinte, a tarde foi dedicada às crianças que se divertiram muito no ateliê Sapotek com a construção de instrumentos musicais com material reciclado. A tarde também contou com um baile com marchinhas de carnaval para a criançada.

    Em seguida, os grandes tomaram a pista para se divertirem no carnaval comandado por um jam session com músicos brasileiros e franceses. Foi um momento inesquecível que ficará marcado, para sempre, na história do nosso Cafofo.

    Durante os dois dias de evento, a cozinha foi liderada por Ocamani que nos preparou regalias tradicionais, assim como tapioca, caldinho de feijão e bolos de milho e cenoura. Não teve quem conseguiu resistir às delícias! Também aconteceu a 1ª Mostra Artística Brasileira do Cafofo com as artistas Pamela Araújo, Maria Lu e Débora Carvalho.

    Os dois dias de celebração aconteceram no L’Oranger Café Culturel, localizado no 3 Rue Ernest Michel.

     

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    Oficina de canto brasileiro

    - by Clarisse Braga

    Estágio de canto brasileiro com Eduardo Lopes

    No final de semana de 2 e 3 de fevereiro, um grupo de 12 mulheres trabalharam os ritmos e repertórios polifônicos da música popular brasileira no estágio único de canto brasileiro com o mestre Eduardo Lopes.

    Eduardo é compositor, chefe de orquestra, instrumentista, cantor e harmonista com grandes nomes da música brasileira como Caetano Veloso, Paulo Moura, Jacques Morelenbaum, Joyce Moreno, entre outros. Residente de Bordeaux, ele é um convidado frequente para dar másterclasses, ateliês e projetos sobre a música do Brasil (Crest Jazz Vocal, Casa Musicale, Milan, Barcelone, Paris, Bruxelles).

    Após 12 horas de oficina, as participantes já demonstravam aproximação e apreço ao ritmos tradicionais brasileiros. O evento foi uma iniciativa de Carollina Ribeiro, musicista e tesoureira do Cafofo, com a organização da associação.

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    Cafofo Delas

    - by Clarisse Braga
    “Companheira me ajuda
    que eu não posso andar só.
    Sozinha eu ando bem,
    mas com você ando melhor”

    Uma rede criada por elas para elas: o Cafofo Delas soma ideias, busca soluções, compartilha experiências e estreita laços entre mulheres brasileiras que estão em Montpellier.

    Em parceria com a psicanalista Nicole Fobe, o encontro mensal vai debater temas como integração, perdas, legislação francesa, violência contra mulheres, mercado de trabalho, entre outros. Nicole é psicanalista com mestrado pela Universidade Paul Valéry, Nicole é formada em Direito pela USP, atua desde 2009 com aconselhamento jurídico e terapêutico de adultos e, desde 2012, com foco na experiência de brasileir@s no exterior.

    Na primeira edição, que aconteceu no dia 31 de janeiro, contamos com a orientação da Nicole para discutirmos sobre a adaptação no exterior. A psicanalista nos guiou na reflexão sobre o aspecto interno da adaptação ligado à questão da perda, principalmente a perda de uma imagem que tínhamos antes no Brasil (engenheira, administradora, mulher-brasileira, rata de academia, etc) e que somos forçadas a deixar para trás ao imigrar.

    Também tivemos uma demonstração de Dança Circular, uma maneira lúdica de compreender e celebrar a vida, feita por Esther de Castro, professora e sofróloga, especialista em Shakra Danse.

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    Intercâmbio de línguas

    - by Clarisse Braga

    Speed Meet Linguistique 

    Chegar à França sem falar um bonjour ou uma palavrinha que for em francês é pedir para complicar a vida. Isso todo mundo sabe. Mas vocês sabiam que há um interesse enorme em aprender a língua brasileira?

    Aqui, fala-se “brasileiro” para identificar a língua portuguesa do Brasil.

    Seja pela cultura, pela música ou pela beleza do país, cada dia mais, os franceses querem aprender o brasileiro e o Cafofo – Association Brésilienne de Montpellier decidiu unir o útil ao agradável: praticar as línguas francesa e brasileira incentivando o intercâmbio entre pessoas.

    Desta maneira, brasileiros e franceses de Montpellier que gostariam de melhorar o nível da língua trocaram suas experiências e vivências do aprendizado na primeira edição do Speed Meet Linguistique, realizado pelo Cafofo no Gazette Café, na última quinta-feira (17/11).

    O sucesso do evento se deve às pessoas que compareceram e participaram de atividades lúdicas e divertidas. Há quem diga que a melhor maneira de praticar uma língua é fazendo novas amizades e nós confirmamos!

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    Roda de Conversa

    - by Clarisse Braga

    Brasil em crise

    País da festa, das boas-vindas, da miscigenação; esta a imagem que a maioria dos franceses tem do Brasil. Mesmo assim, bastam algumas horas no país para enfrentar uma realidade de paradoxos: de um lado, milhares de pessoas vivem em situação de pobreza e, do outro, prédios de luxo protegem uma parcela de privilegiados. Entre confetes e serpentina, nós nos deparamos com um sistema de iniquidade e discriminações violentas. Porém, esta é apenas a imagem visível dos múltiplos do funcionamento da democracia brasileira.

    Para entender as razões que levaram o Brasil à crise, Cafofo organizou uma roda de conversa, no dia 20 de outubro, em Montpellier. Oferecer as ferramentas necessárias para compreender a situação política brasileira e identificar como esse gigante da América do Sul chegou a este ponto; estes foram os pontos debatidos no evento pela mesa que contou com a participação de Aderivaldo Ramos de Santana, doutor em História Contemporânea na Universidade Paris IV, encarregado do departamento de estudos lusófono e membro da associação pela pesquisa sobre o Brasil na Europa.

    Aderivaldo apresentou um panorama completo sobre a formação da população, história e território brasileiro. Também foram convidados Carollina Ribeiro, tesoureira do Cafofo e formadora em animação de debates cidadãos, que abordou o tema da estrutura social e econômica do Brasil, e o sociólogo Daniel Dias para falar sobre as oligarquias e a relação com a mídia. Para somar o debate, a especialista em economia e gestora de projetos Débora Carvalho apresentou sobre a corrupção enquanto fenômeno cultural. Concluindo o encontro, as novas polarizações políticas foram discutidas pela filósofa Juliana de Souza.

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    Copa do Mundo

    - by Clarisse Braga

    Viver longe do Brasil já não é tarefa fácil  

    Bate a saudade da família e dos amigos, a comida e o clima fazem falta. Sem mencionar aquele clima de festa e alto astral que só existe no nosso país. Mas tudo isso nós enfrentamos de cabeça erguida.

    Agora, quer ver brasileiro expatriado sofrer? É só priva-lo da maior festa popular que acontece no país de quatro em quatro anos. Sim, a Copa do Mundo! E é claro que a estreia da seleção brasileira no mundial não ia passar despercebida em Montpellier.

    Foram mais de 80 brasileiros e franceses unidos, vibrando, gritando e se divertindo (e sofrendo) com a nossa seleção, nesta festa organizada pela equipe do Cafofo, no dia 17 de junho.

    Além da transmissão do jogo, a folia mais brazuca da cidade também contou com um espaço para crianças com direito a pintura de rosto, comidas e bebidas de primeira, além de música ao vivo nos intervalos da partida.

    E para animar ainda mais a galera, foi organizado um bolão gentilmente oferecida pela Usina de Festas com kit de salgados, pão de queijo e guaraná como prêmios. Será que alguém acertou o placar do jogo?

    Por um dia, encurtamos a distância, fortalecemos laços e um pedacinho de Montpellier virou Brasil.

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    Ateliê de pipas

    - by Clarisse Braga

    Nosso Cafofo – Association Brésilienne de Montpellier lançou seu primeiro evento aberto ao público no dia 22 de abril, no Parc Méric. O “Atelier piquenique: cerf-volant brésilien” foi uma ótima oportunidade de curtir um domingão em família e, de quebra, empinar pipas fabricadas na hora.

    Cerca de 40 brasileiros e franceses participaram do encontro que tinha também por objetivo apresentar a associação e estreitar os laços com a comunidade, deixando o dia ainda mais familiar.

    O ateliê animado pelos cafofeiros Roberto Bandeira, Marcus Barão e Daniel Ilê foi um sucesso não só entre a garotada, mas teve também muito marmanjo construindo pipas para depois brincar no gramado do parque.

    Logo ao lado, toalhas e almofadas no chão compunham o clima de piquenique onde cada um trouxe um prato de comida para compartilhar entre todos ali presentes.

    A proposta era trazer um pedacinho do Brasil para Montpellier e, naquele domingo, o Cafofo conseguiu.

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    Procurar trabalho dá trabalho

    - by 3d6zwei

    “É preciso estar aberta às oportunidades improváveis”

    Essa é a dica de ouro da brasileira Mariana Frias de Campos, de 30 anos, que trocou (por enquanto) a vida de bióloga para trabalhar como petsitter, em Montpellier.

    Há dois anos, Mariana e seu marido Thierry mudaram-se para cidade em busca de uma nova vida e logo se depararam com algumas dificuldades que a língua e a falta de experiência impõem. “Qualquer vaga de emprego aqui exige um mínimo de experiência e formação, seja como secretária, garçonete ou repositora de estoque em um mercado, além do francês fluente”, explica Mariana.

    Estudar a língua e não desanimar, essa foi a solução que ela encontrou. Ter calma durante esse processo estressante de procura de emprego é outra sugestão valiosa da atual petsitter. Ela sabe que assumir a escolha que se faz ao deixar o Brasil nem sempre é fácil, mas bastava observar o céu azul de Montpellier, a segurança que a cidade oferece e a qualidade de vida dos habitantes, que qualquer dúvida tornou-se uma possibilidade.

    “É temporário, mas por que não?”

    Como qualquer pessoa que escolheu o percurso acadêmico, seu desejo era de trabalhar na sua área. No entanto, depois de quase três meses de caça-trabalho, Mariana usou a criatividade e a coragem para se lançar em um negócio até então novo para ela: de petsitter e dog walker. “Além do meu tempo, não precisei investir financeiramente, foi necessário muito planejamento e a cabeça dura de fazer acontecer”.

    Com uma página no Facebook e muito boca-a-boca, a bióloga atende, em média, dois clientes de quatro patas, por dia. Em período de férias, esse número chega a quadruplicar. “Para formar minha clientela, fui a parques e praças para distribuir meu cartão, e me inscrevi em sites e aplicativos”, conta Mariana.

    A jovem brasileira não só substituiu o laboratório de biologia pela companhia de gatos e cachorros, mas também o carro pela bicicleta, uma rotina de “quase-luxo” por outra mais simples e agradável, o corre-corre pela tranquilidade, ou seja, uma vida atribulada por outra mais saudável.